O nome parece dizer tudo, mas há muito mais dentro da carreira de um engenheiro de software do que se imagina. Em primeiro lugar, o escopo de fato abrange o desenvolvimento de softwares e aplicativos, mas vai além, englobando todos os processos envolvidos: análise, arquitetura, testes, monitoramento, relatórios, entre outros. Entram ainda mais atividades, como a verificação de métricas particulares de cada software e a comparação entre o desenvolvimento e o produto final. Há ainda uma grande diversidade envolvida no propósito de cada projeto, o que exige expertises mais específicas.
De forma geral, a carreira de engenheiro de software demanda conhecimentos de linguagens de programação, matemática, base de dados, sistemas operacionais, ferramentas, inteligência artificial, plataformas, sistemas operacionais, padrões e mais. Há ainda exigências exclusivas de cada empresa. O Google, por exemplo, lançou um guia para o desenvolvimento de habilidades da profissão.
Em 2015, o site CareerCast, elegeu a carreira de engenheiro de software como o oitavo melhor trabalho do ano, na frente de todos os outros ramos da engenharia. Além disso, o mesmo site, também colocou a engenharia de software como um dos melhores trabalhos para Millennials em 2015, ou seja, uma das profissões ideais para as pessoas que estão entre 16 e 34 anos. No primeiro caso, a justificativa é a de que o engenheiro de software faz parte da fundação de quase todos os setores da economia atual. Já, para o outro resultado, o salário competitivo e a possibilidade de trabalhar em diferentes indústrias são os maiores atrativos.
Como em toda área, existem algumas empresas que estão no topo da profissão. Seja por inúmeros benefícios ou, é claro, um excelente salário, a carreira de engenheiro de software é extremamente valorizada por elas. Um dos lugares mais disputados, com cerca de 2 milhões de currículos anuais recebidos, é o Google, que oferece salários que chegam na casa dos US$ 250 mil anuais. Ainda no Monte Olimpo da profissão, empresas como Microsoft e Facebook têm uma média de US$ 20 mil mensais. Bastante tentador.
Para os que pretendem se tornar engenheiro de software e um dia chegar até o alto do Olimpo, os benefícios também são atrativos. Numa pesquisa realizada em 2015, a comunidade de carreiras Love Mondays constatou que o salário médio da profissão no Brasil é de R$ 5.214, sendo que, dentre os participantes, o mínimo declarado foi de R$ 1.200 e o máximo o de R$ 13 mil.
No guia para engenheiro de software, o Google listou diversas dicas para desenvolvimento de habilidade e expertises que vale a pena serem exploradas, entre elas: realizar cursos on-line de introdução, aprender outras linguagens de programação, utilizar recursos on-line para realização de testes em códigos, estudar algoritmos e estruturas de dados, focar em projetos UX, aprender inteligência artificial e a criar compiladores, saber criptografar e desenvolver programação paralela.
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Crédito de imagem: geralt/CC
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